sábado, 31 de outubro de 2015

Bohemian Rhapsody - 40 anos

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A 31 de Outubro de 1975, os Queen lançaram aquele que seria um dos seus maiores sucessos e uma das músicas que estará para sempre ligada à história do rock. 40 anos depois Bohemian Rhapsody continua a ouvir-se e a relembrar o génio que foi Farrokh Bulsara.

O Observador relembra hoje a data e 5 das muitas versões e interpretações que Bohemian Rhapsody teve até hoje. A ler e ouvir!

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Antes de 4 de Outubro a extrema-esquerda era sinal de irresponsabilidade

A 3 dias das eleições, para Carlos César, PC e BE, não passavam de partidos demagógicos e radicais e Jerónimo de Sousa e Catarina Martins eram boas pessoas, mas votar neles era pedir mais irresponsabilidade.

3 dias depois, estes irresponsáveis, demagógicos e radicais passaram a ser os melhores parceiros para governar Portugal, com os quais Carlos César se tem sentado à mesa das negociações, tudo fazendo ao que parece, para garantir o poder.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Muralha de aço

Alguém já viu por aí a muralha de aço que o PS prometeu para hoje?

Seguir-se-á o novo hino socialista "Força, força, camarada Costa"?

António Costa: O Bloco de Esquerda tornou-se num partido objectivamente inutil

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António Costa, Quadratura do Circulo, 2011

"O Bloco tornou-se num partido objectivamente inútil"

"O Bloco não existe em parte nenhuma"

"O Bloco é um partido inexistente"

"O Bloco como partido de protesto, não acrescenta rigorosamente nada ao espectro partidário"

"Uma moção de censura, num país normal, apresentada pelo Bloco de Esquerda, não é nada"

Mas mesmo assim é com eles que te queres coligar, a todo o custo e com todas as consequências negativas que daí advêm para o país, unicamente para chegares a Primeiro-Ministro!

Mudam-se os tempos, mudam-se as ambições.

O que ontem era objectivamente inútil, hoje pode ser a chave para os socialistas chegarem ao poder. Falta perceber, apesar da abertura manifestada, qual será realmente a postura do PCP, para quem a base de um possível acordo é apenas "afastar PSD/CDS-PP do poder" e não o estabelecimento de um programa de governo estável, credível e que cumpra com os compromissos a que Portugal se obriga, seja ao nível da CE, sejam os decorrentes do acordo assinado com a Troika, a que o país foi obrigado a recorrer depois de anos de uma gestão ruinosa socialista.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Porque nunca é tarde para recordar quem é e o que pensa o novo Presidente da Assembleia da Republica

Porque a memória de alguns é curta, nunca é demais recordar quem a esquerda elegeu para 2ª figura do estado.

O que o PS não quis ouvir








Isto é o que de importante o Presidente disse ontem aos Portugueses em geral e em particular a António Costa, que nestas três últimas semanas acenou com um pseudo acordo que asseguraria um governo estável para 4 anos, mas que chegado o momento de o apresentar, o mesmo não existe, nem sabemos se virá a existir. Posto perante este facto não restava outra saída ao Presidente da Republica.

É realmente lamentável o comportamento de António Costa, ao tentar dar a entender aos Portugueses, que tinha um acordo com o PC e o BE, que só não o mostrava para não dar trunfos à direita, quando na verdade nada ou quase nada tem. 

Mais uma vez António Costa brinca com os Portugueses e as conclusões da reunião da Comissão Politica de ontem, são prova mais do suficiente, que ainda não conseguiu chegar a um acordo. Será que vai chegar? E se chegar, com que preço para Portugal?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Para quando o tão desejado regulamento para o Bairro Azul - Apelo ao Senhor Vereador Manuel Salgado

Subscrevi hoje o apelo do Fórum Cidadania LX ao Senhor Vereador Manuel Salgado, para a urgência da aprovação de um Regulamento/Despacho/Manual de Boas-Práticas para o Bairro Azul.

Este apelo surge na sequência de um outro, no mesmo sentido, enviado a 1 de Setembro de 2014 e que não produziu até agora qualquer efeito prático, além de uma resposta do Senhor Vereador onde é referido que, para este fim, já foram consultadas a Junta de Freguesia de Avenidas Novas e a Comissão de Moradores do Bairro Azul e que as sugestões apresentadas pelo Fórum Cidadania LX serão igualmente ponderadas.

Este Regulamento, está por concluir pelos Serviços da CML desde que o Bairro Azul foi classificado como Conjunto de Interesse Municipal em Junho de 2009.

Apesar sua classificação, a inexistência de regulamentação que o proteja, é a principal causa para as descaracterizações de que o Bairro tem sido alvo, "algumas delas irreversíveis: desfiguração de fachadas e de interiores dos edifícios, colocação de elementos espúrios, destruição de estuques, substituição de candeeiros e elementos decorativos dos “hall” e das escadas, substituição anárquica das caixilharias, alteração de vãos, demolição de paredes (nomeadamente dos quartos interiores), ocupação ilegal dos logradouros, instalação de esplanadas incompatíveis com um bairro classificado, etc".

"O Bairro Azul é um conjunto urbano de grande valor cultural, uma mais-valia para as futuras gerações que todos temos a obrigação de salvaguardar - e esse trabalho tem de ser feito por todos nós e agora".

O apêlo pode ser lido na integra aqui

Uma Constituição à medida

Temos uma Constituição que é clara, mas só quando nos convém!

Antes das eleições, quando para o BE era um dado adquirido que quem teria maior grupo parlamentar seria o PS, a solução era fácil e não precisávamos "de inventar muito. Temos 40 anos de democracia, temos uma Constituição que é clara. O Presidente chamará o partido que tiver a maior bancada parlamentar para formar um Governo. Eu não percebo muito bem porque há todo esse debate", afirmava Catarina Martins.

Depois das eleições o BE concluiu que se o Presidente da Republica chamar o partido que tiver a maior bancada parlamentar, é porque desconhece a Constituição. Será que esta mudança radical da interpretação da Constituição terá sido motivada pela vitória da Coligação Portugal à Frente e de o maior grupo parlamentar ser o do PSD?

Percebe agora a Catarina Martins o porquê de todo este debate, criado pela esquerda, apenas porque não conseguiram ainda digerir um resultado que julgavam ser impossível?

Enfim, leituras à medida de uma constituição, que para a esquerda apenas é clara quando serve os seus intentos.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Por falar em surpresas desagradáveis

Ontem Fernando Medina não encontrou ninguém que quisesse pagar parte da divida da Câmara Municipal de Lisboa.

Seria esta uma das surpresas desagradáveis, de que o PS têm insistentemente falado nos últimos dias?


Esta é sem dúvida uma surpresa desagradável de "grande gravidade económica" para Fernando Medina, para a CML e para Lisboa, que vê assim adiada por mais uma vez uma solução para  aqueles terrenos.

Vamos aguardar pacientemente até às 17 horas do dia 2 de Dezembro, a ver se da mais de uma dezena de investidores, que falava em Junho o vereador das finanças, algum reaparece ou se a Câmara tem que fazer aquilo que parece óbvio - alterar as condições actuais da hasta pública.

domingo, 18 de outubro de 2015

Prefiro mil vezes os credores aos comunistas

Discordando na parte em que coloca a Coligação Portugal à Frente e o PS, no mesmo prato da balança, pois é por demais evidente para todos, que a Coligação tudo tem feito para chegar a um entendimento com o PS e que o PS assumidamente não trata nem negoceia com a Coligação, como negoceia com o PC e o BE, este artigo de opinião do António Barreto merece ser lido, principalmente pela esquerda, que continua a ver vitórias em todo o lado, menos em quem ganhou estas eleições, ao mesmo tempo que se esquecem que são muitos mais os pontos que os separam do que aqueles que os poderiam unir e que isso foi por demais evidente nos ataques e insultos que trocaram durante a campanha.  

(...) Seria bom que se visse nos programas do PCP e do Bloco o que estes partidos pretendem do futuro de Portugal, da democracia em geral, da democracia avançada em particular, da União Europeia, do euro, da NATO, da iniciativa privada, do investimento internacional, do endividamento externo, da negociação da dívida...(...)  Na verdade, o PCP não faz parte das soluções democráticas. O PCP integra o sistema democrático pela simples razão de que a democracia é o regime de todos, incluindo dos não democratas. Essa é a força da democracia, por vezes a sua fraqueza. Mas o PCP nunca deu provas de considerar a democracia algo mais do que uma simples transição para o regime comunista, através de uma democracia avançada, cujos horrores são conhecidos. Enquanto o PCP se mantiver fiel a tudo quanto o fez viver até hoje, deveremos tratá-lo como todos os comunismos e fascismos: combatê-los com a liberdade. A ter de ficar nas mãos de alguém, prefiro mil vezes os credores aos comunistas. Destes, sei que não se sai vivo nem livre".

Red threat in Portugal?

Será que 40 anos depois vamos ter um novo PREC, musicado com um "Força, força companheiro Costa, nós seremos a muralha de aço"?

Ainda tenho esperança que o bom senso prevaleça, Portugal não vire uma República das bananas e o PS saiba assumir as suas responsabilidades como partido que foi e tem sido um dos pilares da democracia em Portugal e que em 1975 tão bem se soube opôr à tentativa da esquerda radical dominar o país.

sábado, 17 de outubro de 2015

Será que vão matar o Camarada Garcia Pereira e o bando dos 4?

Afinal as tradições ainda são o que eram.

Esta semana o glorioso MRPP ressuscitou, fez-nos recordar os tempos do PREC nos quais se manifestavam contra tudo e todos. Trouxeram-nos à memórias velhas expressões como a da "morte aos fascistas e aos social-fascistas"


Aliás, este nobre principio da suspensão de funções dos que não cumprem com as suas obrigações partidárias, ainda para mais quando estavam reunidas as melhores "condições objectivas de sempre para alcançar os seus objectivos políticos imediatos", deveria ser pratica normal a aplicar a todos os que objectivamente e escandalosamente falharam os fins a que se propuseram. Se assim fosse, não estaria agora o país suspenso por causa das brincadeiras do camarada Costa.

Mas também deveria ser engraçado, ver a autocritica do Costa, sobre os directores de campanha que arranjou, dos cartazes de que não sabia, dos cabeças de listas que desencantou, que de cada vez que abriam a boca saía asneira, ou das invasões de palco que no final de campanha se sucediam a um ritmo vertiginoso e que de certeza contribuíram para o resultado final que obteve, mas que numa palavra mostram como estava e está impreparado para governar o país. 


Será que isto significa que vão propor a morte do Garcia Pereira e dos outros 4 camaradas do comité permanente do Comité Central?

40 anos depois do 25 de Abril o MRPP ainda é o que era, agarrado aos seus fantasmas e "democraticamente" a pedir a morte de todos os que pensam ou agem diferente deles. Será isto aceitável em democracia?

Isto é um putedo!





Há muito que o MRPP e o grande educador do proletariado português, não nos brindavam com tão deliciosa prosa.

Embora discordando ideologicamente do Camarada Arnaldo Matos, a verdade é que coloca o dedo na frida relativamente ao PC e ao BE, que depois de dizerem cobras e lagartos do PS na campanha eleitoral e de o acusarem de estar sempre do lado da direita quando esteve no governo, agora tudo parecem fazer para lhes viabilizarem um governo. Mas será que é isso mesmo que pretendem, ou estaremos assistir a uma grande farsa, em que por um lado negoceiam com o PS, e por outro, BE e PC, poucas ou nenhumas garantias de estabilidade e segurança oferecem a António Costa.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A convergência de esquerda de que tanto se fala

Isto está bonito, está!




Entretanto Catarina Martins vai apregoando aos quatro ventos, quem manda nas negociações com António Costa: "O PS mostrou disponibilidade para aceitar as condições do Bloco de Esquerda", mostrando de forma inequívoca a posição de subserviência a que o PS e António Costa se estão a sujeitar.

Por seu turno o PC, no seu editorial de ontem do Avante, afina pelo mesmo diapasão e informa que participará na "iniciativa pela Paz e contra a NATO a realizar em Lisboa no próximo dia 24 de Outubro".


Ou seja, o que o camarada Jerónimo tem andado a dizer, é que está disponível para apoiar, ou no mínimo viabilizar, um governo com uma politica de direita, à qual se opõem, desde que seja o camarada Costa o primeiro ministro.

Está visto no que vai dar a tão propagada convergência de esquerda.

E é com esta gente que o PS e António Costa querem chegar ao poder!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

63,8% são contra governo de esquerda

Não é normal comentar ou publicitar sondagens. Mas tendo em consideração que, na sua globalidade, as sondagens realizadas durante a recente campanha eleitoral, acertaram no resultado final, não deixa de ser expressivo o resultado desta sondagem, realizada pela Aximage para o CM e na qual 52,5% dos inquiridos preferem um governo da coligação PSD-CDS com o participação ou apoio parlamentar socialista, contra apenas 36,3 que preferem uma solução de esquerda, seja ela qual for.

Na mesma sondagem, 63,8% dos inquiridos manifestaram-se contra um acordo para um governo de esquerda

Nem mais!



"o espaço à direita do PS, sairá, não se duvide, ileso de tudo isto. Enganado mas incólume. Se vierem a desaguar na oposição, PSD e CDS serão implacáveis. Mais unidos que nunca, quando falam do país sabem o que dizem e do que falam. Estão serenos como um lago suíço e, ao contrário de António Costa, não estão desesperados, nem têm pressa. Sabem que o tempo corre a seu favor. Têm agido com responsabilidade e inteligência política. Não foi devido a eles que as bolsas já hoje se inquietaram e ainda a procissão não saiu da igreja.

E mesmo sabendo nós que na política há ainda mais surpresas do que na vida, o mal está feito: haja ou não haja estreia da peça, António Costa não terá, face ao país ou face a mim mesma, uma segunda oportunidade para se redimir deste seu assalto ao poder". (In Observador 14-10-2015, por Maria João Avilez)

Sim, porque é de um puro e simples assalto ao poder, aquilo a que estamos a assistir, por parte de António Costa e da esquerda radical, numa lógica de poder pelo poder, com o único fim de impedir, por todos os meios, que quem ganhou governe, e tendo como programa apenas a reversão de todas as medidas do anterior governo.

Como disse Sá Carneiro "A politica sem risco é uma chatice mas sem ética é uma vergonha". E ética é um conceito que tem andado muito afastado para os lado do Largo do Rato.

domingo, 11 de outubro de 2015

Para António Costa parece valer tudo para chegar a primeiro ministro

Antes de 4 de Outubro, para António Costa o “PCP e Bloco de Esquerda eram meros partidos de protesto”, que "Querem estar nas manifestações, mas não no Governo", tendo mesmo apelidado de "parasita" o Bloco de Esquerda.

Volvidos apenas uns dias, é com estes mesmos parasitas e contestatários que António Costa negoceia, numa tentativa desesperada de chegar a primeiro ministro.


Terá sido nisto que os portugueses votaram, quando disseram que não o queriam como primeiro ministro? Não, não foi e António Costa sabe-o bem. Sabe que está a tentar obter na secretaria o que não conseguiu nas urnas e isso apenas tem um nome - Fraude!

Os portugueses sabem agora que António Costa é um melão, que apenas depois das eleições se revelou aos portugueses e aos socialistas, nos quais está a provocar divisões que poderão vir a ter consequências imprevisíveis.

domingo, 4 de outubro de 2015

Não deixes que a chuva ou teu cunhado decidam por ti. Vai votar!

A abstenção até pode ser "um fenómeno próprio das democracias", mas o poder de decisão está nas mãos dos que vão votar. "Não votar é demitir-se, é entregar o seu destino nas mãos dos outros, é alienar-se".

Neste domingo não fiques em casa. Vai votar. Não deixes que a chuva ou o teu cunhado decidam por ti.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Quando nem a mulher acredita...


Quando António Costa nem a mulher consegue convencer de que o PS é a solução, Domingo um voto pode fazer a diferença, entre continuarmos no caminho da estabilidade e da saída da crise ou voltarmos a 2011, à beira da bancarrota e à troika, em que o Governo PS, de que António Costa fez parte, nos deixou.

Domingo tu podes fazer a diferença!

Não votar é votar no que não se quer! Domingo vá votar!