quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Obrigado


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS

Aos meus amigos e a todos os que seguindo e lendo o meu blog, me continuam a dar ânimo para continuar com este projecto, desejo um Feliz Natal e um 2015 cheio de sucessos.

domingo, 21 de dezembro de 2014

O exemplo de bem viver em sociedade de um eleito local

Quando são os próprios eleitos locais a darem o exemplo de falta de civismo, ao estacionarem o seu carro selvaticamente, para irem ao cafézinho e às compras matinais, torna-se muito difícil exigir aos moradores que cumpram com as mais básicas regras de bem viver em sociedade.
Mais do que a qualquer cidadão, aos eleitos pelo povo, exige-se que sejam os primeiros a darem o exemplo, algo que no caso presente há muito que se sabe que desconhece o que tal significa. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Drogaria S. Pereira Leão

Aproveitando para fazer algumas compras natalícias, dei ontem um passeio pela baixa, onde infelizmente as lojas encerradas começam em algumas zonas a ser mais que aquelas que se encontram abertas (caso da Rua dos Fanqueiros). E no momento em que uma das suas mais antigas e tradicionais lojas, tem o seu futuro ameaçado, sendo neste momento o encerramento o mais certo, (para no seu local nascer mais um hotel), não pude deixar de ir visitar e fazer uma compra, talvez a última, à Drogaria S. Pereira Leão, na Rua da Prata, estabelecimento onde entrei dezenas de vezes e que faz parte das minhas memórias de um baixa de outros tempos, que era realmente o centro de Lisboa e onde podíamos encontrar de tudo.

Que saudades desses tempos. Que saudades dessa baixa, que a Câmara de Lisboa insiste em não preservar e onde podia haver espaço para tudo e para todos, do comércio tradicional aos novos hotéis. Ambos fazem falta a Lisboa e ambos podiam contribuir para a valorização, comercial, económica e turística da baixa. Bastava para tal que houvesse vontade e determinação politica.



Foto site Drogaria S. Pereira Leão
Conheça um pouco mais da Drogaria S. Pereira Leão, no seu site ou em Arqueolojista.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Se não sabem não mexam

 
Os atentados à Calçada Artística Portuguesa, continuam. Em apenas "meia dúzia" de metros, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av. da República, entre os números 20 a 28.

Desde buracos e remendos a mobiliário urbano em cima de desenhos, este é o estado em que se encontra a calçada portuguesa na Av da República, de que este quarteirão é infelizmente um triste exemplo.

Se não sabem tapar buracos em calçada portuguesa, então não mexam.

Numa artéria considerada estruturante pela CML, central da cidade, por onde passam diariamente milhares de pessoas, nomeadamente turistas, este é o exemplo que a Câmara oferece, daquilo que é mais representativo e único da nossa cidade e que deveria estar no topo das prioridades da manutenção e preservação do património de Lisboa.

É urgente que a Câmara olhe para o estado a que está a deixar chegar a Calçada Portuguesa na Av. da República e intervenha urgentemente, de modo a que seja possível travar a degradação a que assistimos diariamente.

Fotos de hoje às 17.00 horas

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Mais um atentado à calçada artística portuguesa

Foto de 13-12-2014
Onde até há algumas semanas tínhamos uma calçada portuguesa artística, com o desenho de uma caravela portuguesa e o brasão da antiga Freguesia de Alvalade, responsável pela recuperação há vários anos deste espaço na Rua de Entrecampos (frente ao número 28), temos agora um alvo, não se percebendo o porquê da alteração, que não seja o de se querer apagar um símbolo da história de Alvalade e de destruir um bom trabalho de calçada artística portuguesa.

Uma obra que não se encontra identificada, não se sabendo se é da iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa ou da Junta de Freguesia de Alvalade, e que sem razão aparente, que não seja a de apagar um pouco da história de Alvalade e de Lisboa, substitui a calçada artística existente por uma calçada simples. Alvalade, Lisboa e todos nós ficamos de certeza a perder, com mais uma intervenção no espaço público inexplicável.

Foto de 13-12-2014
A diferença é notória e infelizmente não foi para melhor

Mas se só por si, isto já é inexplicável, a asneira continua na lateral à linha do comboio, onde foi também arrancada a calçada existente e destruída a ciclovia, que poucos anos tinha, para agora andarem a colocar outra calçada e aparentemente a refazer a ciclovia. Sem palavras!!!!

Foto de 13-12-2014
Um agradecimento ao meu amigo Nuno Sousa, que me deu conhecimento desta situação e me enviou as fotos actuais, dizendo-me que "arrancaram a calçada portuguesa toda e andam a fazer para aí um alvo gigante... e na lateral está tudo de patas ao ar alegadamente para uma ciclovia que já existia" e que com muita razão pergunta se "Não há que fazer ao guito na autarquia e/ou na freguesia?"

domingo, 14 de dezembro de 2014

Lixo e falta de civismo IV (Av. das Forças Armadas)

Quando esta é a atitude continuada de alguns dos próprios moradores dos prédios da Av. das Forças Armadas, 95 a 111, que apesar do esforço de recuperação dos espaços verdes e da melhoria da limpeza da zona por parte da Junta de Freguesia de Avenidas Novas, teimam em fazer do espaço público vazadouro do seu lixo, é realmente muito difícil manter estes espaços limpos e agradáveis.

Fotos de sexta-feira 12-12-2014
A enorme falta de civismo de alguns, nomeadamente quando resolvem fazer melhoramentos nas suas casas, que se recusam a utilizar os seus contentores ou a contactar os serviços da CML, para combinarem a recolha dos seus "monstros", faz com que quase permanentemente situações como estas sejam a imagem de um espaço, no centro da cidade, que teria tudo para ser agradável. 

sábado, 6 de dezembro de 2014

Os perigos do populismo

No 1º Parlamento Iberoamericano de la Juventud, que decorreu em Zaragosa no passado mês de Setembro, a politóloga Guatemalteca Gloria Álvarez, fez uma intervenção, denunciando os perigos do recente populismo sul americano, mas que começa a dar os seus primeiros passos na Europa - veja-se o caso do Podemos em Espanha, de um Marinho e Pinto ou do MAS, Livre ou mesmo do BE em Portugal (se bem e felizmente que em escalas diferentes) - e que deve merecer a atenção de todos nós, que acreditamos no nosso sistema democrático.

video


El mecanismo que los populistas usan es seguir con ese discurso. Tú estás mal porque otros están bien. Nosotros lo que tenemos que rescatar es que todos podemos estar bien. El hecho de que una persona acumule riqueza no le impida a otra acumularla”.

El populismo ama tanto a los pobres que los multiplica, porque lo que busca es esa multiplicación de miseria para seguir recibiendo un voto a través de cualquier objeto material que en ese momento la gente necesita


A definição de populismo que transmite, deve merecer a nossa reflexão: "Populismo é um atalho pelo qual jogamos com paixões, ilusões e ideais do povo, para promover o impossível, aproveitando-se da miséria das pessoas, deixando de fora absolutamente toda a razão e a lógica na tomada das decisões. Joga com as necessidades para simplesmente impor uma ditadura."

Uma intervenção a ouvir com atenção.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Tão novos que nós éramos


Há uns meses o meu amigo Francisco Lopes, publicou esta foto no Facebook, escondida até então, e que foi tirada, momentos depois de os meus amigos no centro da foto - Eduardo Guedes de Oliveira e Francisco Lopes, terem ajudado a transportar a urna de Francisco Sá Carneiro, depois do velório no Mosteiro dos Jerónimos, até ao carro funerário, e que é só por si reveladora do sentimento de enorme tristeza, que nos encheu a todos naqueles dias.

Lembro-me de também lá ter estado, durante toda aquela noite, como se fosse hoje.

Tão novos que nós éramos e tivemos tanta responsabilidade neste dia, dizia o Eduardo Guedes de Oliveira, num comentário a esta foto no Facebook, com enorme razão, pois a JSD teve um papel fundamental, quer durante todo o velório nos Jerónimos, quer durante as mais de 5 horas que durou o cortejo fúnebre até ao Alto de São João. Mas também recordo com enorme orgulho, a forma como, contra todas as regras do protocolo, a direcção nacional da JSD, presidida na altura pelo meu amigo António Lacerda, prestou a sua homenagem.

Mas esta foto além da grande tristeza que me trás, seja pelo momento que me lembra seja pela presença na mesma do meu grande amigo Pedro Ulisses, que já partiu, ao mesmo tempo lembra-me com enorme alegria o grande grupo que fomos e os enormes amigos que fiz nesses anos e que mais de 35 anos depois perduram. Além do Eduardo Guedes de Oliveira, do Francisco Lopes, do Pedro Ulisses, e do Fumeca que aparecem na foto, faziam parte deste nosso grupo entre muitos outros, amigos como o Luis Albergaria, Jose Antonio Cunha, Rodrigo de Melo Gonçalves, Paulo Bento, Vitor Cardoso, Nuno Morais Sarmento, Luis Tavares, entre muitos outros, amigos que se mantêm até hoje e que são uma recordação de tempos de verdadeiro combate politico, dia a dia, na rua e nas escolas e de uma "J" com princípios, ideais e carácter, que hoje infelizmente vão sendo raros. Que saudades de tudo.......

A minha mulher noutro comentário no Facebook, escreveu que "esta foto está mesmo de arrepiar... transborda a tristeza e desalento! E ver a foto hoje, fica um sabor ainda mais amargo porque se vê o "futuro" que naquele dia se perdeu", e cada a cada dia que passa, tenho cada vez mais a certeza, que nunca mais havemos de ter alguém com a visão para Portugal que Sá Carneiro tinha e que hoje mais do que nunca, tanta falta faz ao país.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Analfabetismo, cegueira ou apenas falta de civismo

Rua Viriato
Num passeio Sábado de manhã pelas Avenidas Novas...
 Nem com a ameaça de multa!
Rua Filipe Folque
Av. 5 de Outubro
Av. João Crisóstomo
Av. Defensores de Chaves
Av. Elias Garcia
Av. Elias Garcia
Av. Marquês de Tomar
R. Padre António Vieira

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Geomonumento da Rua Sampaio Bruno

Após as fortes chuvadas das últimas semanas, o Geomonumento da Rua Sampaio Bruno, apresenta no seu lado direito um pequeno desmoronamento, que deve merecer a atenção e intervenção urgente da CML, de forma a evitar que este seja o primeiro de muitos e assim se deteriore, ou mesmo se perca, este testemunho do passado, com mais de 20 milhões de anos, no centro de Lisboa.