domingo, 26 de outubro de 2014

E quer esta gente ser governo VI

"Há um novo tabu na política portuguesa. E desta vez, para variar, à esquerda. António Costa, candidato do PS a primeiro-ministro, recusa-se a revelar o que pensa para o país. Jura que sabe o que diz, mas foge de dizer o que sabe. O PS quer discutir a dívida pública, mas não diz se é pela restruturação, pela renegociação ou pelo haircut - mas cuidado, porque estas bocas para consumo eleitoral interno na Grécia, por exemplo, fizeram disparar os juros. O PS vai votar contra o Orçamento, mesmo antes de conhecer o documento e quando pela primeira vez há uma redução selectiva de impostos, mas não avança com alternativas. Que os socialistas tenham passado um cheque em branco ao seu presumível futuro líder não é da minha conta. Mas quando toca ao país, o caso muda de figura".

Um artigo de opinião do meu amigo Carlos Carreiras, publicado no I a 22-10-2014, a ler, reler e divulgar, para que o país e os portugueses não caiam novamente na tentação do facilitismo. De uma forma simples, directa e clara revela-nos quem os socialistas escolheram para candidato a futuro primeiro ministro. Mas será que os portugueses já esqueceram, o despesismo, a ausência de propostas para o país e a falta de rumo, tão característica dos governos de Sócrates, durante os quais António Costa foi o "número dois" do PS de então?


E quer esta gente ser governo!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Praça de Touros do Campo Pequeno

In Restos de Colecção 24-10-2014
Mais um excelente post do Resto de Colecção sobre o património e história das Avenidas Novas, desta vez sobre a Praça de Touros do Campo Pequeno, cujo espaço circundante não tem tido, infelizmente, nos últimos anos a atenção e cuidado que merece e cujo estado de degradação que apresentava há menos de um ano atrás era o que se pode ver aqui, mas que já em 2012 era referenciado pelo Cidadania Lx.

Nota: Subscrevo na integra as palavras do autor ao referir que "A elaboração deste artigo deveu-se única, e exclusivamente, a lembrar e informar da história deste “imóvel de interesse público” (IGESPAR) em si, acompanhado por uma breve resenha histórica da Tourada em Portugal, espectáculo do qual não sou adepto, antes pelo contrário".

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Blood Bucket Challenge pela Ucrânia

The Ukrainian blood is our blod...

Blood bucket desafia os europeus a não se calarem e a não deixarem esquecer o derramamento de sangue na Ucrânia.

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Um grupo de jovens europeus estão a tentar chamar a atenção para o conflito na Ucrânia, colocando um toque sangrento no já famoso Ice Bucket Challenge. Só que desta vez, os baldes estão cheios de um liquido vermelho, que representa o sangue já derramado na guerra, que por estes dias e apesar do silencio actual sobre a mesma, ainda se vive na Ucrânia


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Transparência Orçamental e Orçamento Cidadão

Apesar dos grandes constrangimentos orçamentais que o país vivia, e vive, em pleno período de intervenção da Troika, o actual Governo, do PSD, não se coibiu de lançar pela primeira vez o ano passado o Orçamento Cidadão. Este documento síntese do Orçamento de Estado, pretende dar a conhecer o OE “sem a especificidade técnica e o detalhe da informação que a proposta de lei exige, para que todos possam interpretar de forma autónoma as escolhas do Governo e o impacto que estas escolhas têm na economia e na sociedade”.

Neste documento, os Portugueses podem ficar a saber, de forma simples, quais os objectivos do governo, como é gasto o dinheiro dos impostos de todos nós e como é que o esforço que está a ser solicitado aos portugueses é gerido. Algo que os governos socialistas sempre fizeram questão de esconder dos portugueses.

Esta iniciativa inédita em Portugal, contribuiu certamente para o elogio recente do FMI, à transparência orçamental do governo Português, pois os países que são melhor avaliados em termos de transparência têm um orçamento do cidadão”.

Download do Orçamento Cidadão 2014 aqui

terça-feira, 14 de outubro de 2014

António Costa desistiu de Lisboa

Estrutura Ecológica de Lisboa
Querer-se reduzir o problema das inundações que se verificaram ontem e há 3 semanas, um pouco por toda a Lisboa e particularmente nas Avenidas Novas, a um simples problema de limpeza das sarjetas, é querer apenas ter tempo de antena, dizer mal apenas por dizer. E se é verdade que em grande parte da cidade não houve inundações, entre muitos outros factores, porque as sarjetas funcionaram, também não deixa de ser verdade, que à semelhança do que aconteceu há 3 semanas, na maioria se não na totalidade dos locais que inundaram nas Avenidas Novas, pouco tempo depois de parar de chover já não havia água acumulada, sinal que as sarjetas não estariam entupidas e afinal, também aí, funcionaram.

Mas há algo que não podemos nem devemos esquecer e muito menos ignorar. O sistema hídrico da cidade, as bacias de retenção/infiltração pluvial, as zonas de vulnerabilidade às inundações e mesmo as zonas sobre as quais se fazem sentir directamente os efeitos das marés, estão há muito identificadas e cartografadas, nomeadamente no PDM. Ao longo dos anos a cidade desenvolveu-se ignorando estes factores e agora sempre que existe uma precipitação anormalmente elevada num curto espaço de tempo (34 litros numa hora, como ontem entre as 14h e as 15h), o sistema pura e simplesmente não consegue dar vazão, transbordando mesmo, como foi visível em vários locais da zona mais baixa da cidade.
E se compararmos as zonas ontem inundadas nas Avenidas Novas - zonas de Entre Campos e Praça de Espanha, com a sua localização nestes dois mapas, rapidamente se verifica, que são zonas bem identificadas, consideradas como de vulnerabilidade às inundações elevada e muito elevada, donde não é surpresa para ninguém, o que aconteceu e muito provavelmente vai voltar a acontecer, pois já se percebeu que estes fenómenos têm cada vez menos tendência para serem pontuais.

Este é um assunto que requer uma intervenção séria, estando o problema diagnosticado. Falta vontade da Câmara Municipal de Lisboa, de colocar em marcha o plano de drenagem da cidade aprovado há 7 anos, sobre o qual o Senhor Vereador Manuel Salgado "diz estar a ser realizado “um levantamento exaustivo de todas as situações”, através de um estudo com o custo de 1,5 milhões de euros". Não se querem mais estudos, mas sim que se resolvam os problemas da cidade.

Aliás, para zona da Praça de Espanha, o Senhor Vereador Manuel Salgado afirma que Já tem o plano de execução pronto o colector da Avenida de Berna, que é aquele que, precisamente, vai ligar à Praça de Espanha – que funciona como uma bacia de retenção à superfície e vai depois escoar para o Vale de Alcântara. Esta é uma das obras que se prevê vir a executar”. Ou seja, por mais limpas que estejam as sarjetas, não há neste momento capacidade de escoamento do colector existente, pelo que em situações idênticas, vamos voltar a ter a ruas Silva Teles e da Beneficência inundadas. 

Outra verdade, que a enxurrada de ontem infelizmente provou, é que as infelizes declarações do Senhor Vereador Carlos Castro e do Senhor Presidente da CML a 22 de Setembro, mais não foram que uma infrutífera tentativa de sacudirem a água do capote, pois  ontem "a maré estava longe de estar cheia (...), o aviso laranja foi anunciado com antecedência, (...) e, por isso, não é possível atribuir as culpas nem à maré nem aos meteorologistas" nem à falta de avisos. Ou seja desta vez não se podem queixar de falta de tempo para a Câmara se preparar, o que na prática de nada serviu, como se constatou.

Mas depois do silencio quase total a se remeteu nas duas ocasiões, o Senhor Presidente da Câmara, se bem que dizendo que o que se verificou "nada teve a ver com a falta de limpeza das sarjetas e dos semidouros", surpreendeu tudo e todos hoje na Assembleia Municipal ao afirmar que "O plano de drenagem não faz desaparecer estas situações. A solução não existe". Inacreditável a atitude de desistência do Presidente de Câmara, própria de quem atira a tolha ao chão e desiste de lutar.

Mas uma coisa é certa, se nada se fizer, se continuarmos com planos metidos na gaveta, então é certo que não há solução. Mas se o plano de drenagem, aprovado há 7 anos, já estivesse em execução (e 30% já deveria estar concretizado) de certeza que já se teriam minorado alguns dos problemas e prejuízos verificados e as zonas afectadas seriam de certeza menores. 

Lisboa precisa de alguém que lute por Lisboa, que tudo faça por resolver os problemas de Lisboa, numa palavra de alguém que goste de Lisboa, que sinta Lisboa como sua.

sábado, 11 de outubro de 2014

Afinal o PS não vai baixar os impostos

Depois de a 5 de Outubro termos ficado a saber que a prioridade do PS, se chegar ao governo, é repor feriados, hoje ficamos a saber, que ao contrário do que têm andado a apregoar há muito tempo, o PS afinal não tenciona baixar os impostos.

Depois de uma estreia como líder parlamentar desastrosa e enferrujada, Ferro Rodrigues, que recorreu permanentemente a cábulas, gaguejou e fez afirmações sobre a PT que mostram como está totalmente desenquadrado da realidade politica e económica do país, mais parece estar a tirar o tapete a António Costa, do que ser um dos seus principais apoiantes.

Como mudou o discurso desde o dia 28 de Setembro. Vamos ver o que estes socialistas nos reservam para os próximos tempos, a ver se finalmente percebemos o que querem para o país. Começa-se a compreender a pressa do PS por eleições antecipadas, pois o tempo que falta até às eleições, não vai ser o passeio que pensavam, parece até que vai ser bastante penoso.

É preciso de uma vez por todas responsabilizar na administração pública quem erra

Há uns dias partilhei no meu facebook, um post de Pinho Cardão, publicado no blog  4R - Quarta República, em que tendo como base o eterno problema da colocação de professores e acrescento eu o do Citius na Justiça, o autor afirma que:

"Nuno Crato foi responsável pela centralização do concurso, (...), e foi responsável pela definição e valoração dos requesitos que estabeleciam a ordem da classificação dos candidatos. Mas a tradução informática de tais requesitos por certo que não lhe pertenceu, mas sim aos técnicos e burocratas do Ministério. Não era obviamente função do Ministro operacionalizar a decisão política
Pois, nesta guerra política ao Ministro, ninguém ainda atribuiu um mínimo de culpa que fosse aos responsáveis directos pela asneira, incompetentes na tarefa que lhes era pedida e tinham a obrigação de cumprir com zelo e rigor. 
Claro que há dezenas de anos que se repetem erros técnicos e burocráticos de natureza semelhante, qualquer que seja a etiologia dos ministros, sejam do PS ou do PSD e os fizeram tombar. Os burocratas, aliados aos sindicatos dos professores, sabem bem que eles ficam e são os donos, mesmo se no caminho vão trucidando os desgraçados ministros que lhes caem pela frente".

E esta é uma verdade que desde sempre se tentou esconder e ninguém nunca quis assumir, pois é mais fácil pedir a cabeça de um Ministro, que acusar funcionários públicos (que não dá votos e enfurece os sindicatos, para os quais os trabalhadores nunca têm culpa de nada), levantar processos de inquérito e disciplinares, se for caso disso, sancionando os verdadeiros culpados por erros, que naquilo que no presente interessa principalmente, estão a privar de aulas alguns milhares de alunos e a impedir um acesso célere a vários processos judiciais.




É preciso de uma vez por todas, responsabilizar na administração pública, como acontece na iniciativa privada, quem erra, gostem os sindicatos em geral e o Sr. Mário Nogueira em particular, ou não!

Ignorância?

Num artigo sobre a ex-Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, publicado pelo DN em 24-12-2006, a então Senhora Presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, afirmou que "preside à quarta maior freguesia de Lisboa".

Segundo o INE, nos Census de 2001, Nossa Senhora de Fátima tinha como população residente 15291 indivíduos  o que fazia com que fosse a 12º Freguesia de Lisboa com mais população. Já segundo os Census de 2011, a Freguesia contava com 15283 indivíduos (menos 8), o que a colocava em 10º lugar entre as 53 Freguesias existentes então em Lisboa.

Já quanto à área, a antiga Freguesia de Nossa Senhor de Fátima com os seus 1,91 Km2, era a 14ª Maior Freguesia de Lisboa.

Qual será o indicador que colocava Nossa Senhora de Fátima em 4º lugar? Ou será que a ex-Presidente de Junta nunca chegou realmente a conhecer a Freguesia a que presidiu durante 8 anos? Se calhar a Senhora ex-Presidente de Junta, até tem alguma razão quando afirmou, num aparte durante uma intervenção minha, na Assembleia de Freguesia de Avenidas Novas, realizada no passado dia 29 de Setembro, "sou ignorante"!

Para recordar - OE 2014

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No momento em que vai ser apresentado o Orçamento de Estado para 2015, convém recordar alguns dados económicos, que estiveram na base do orçamento para 2014 e que durante este ano continuaram a ter uma evolução positiva.

Dados que a nossa oposição teima em continuar a esconder, não reconhecendo os resultados positivos, fruto do enorme esforço pedido aos Portugueses, em virtude da governação desastrosa dos Governos Sócrates/PS, que deixaram em 2011 o país à beira da banca rota, quase sem dinheiro para o pagamento sequer dos salários da função pública e que levou ao pedido de ajuda externa, a que o país esteve sujeito nos últimos 3 anos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Há 25 anos começava o fim do muro

Há precisamente 25 anos, em mais uma das manifestações de segunda-feira – Montagsdemonstrationen, mais de 70.000 cidadãos de Leipzig concentraram-se mais uma vez nas proximidades da Igreja protestante de São Nicolau, para reclamar por mais direitos civis.

Estas manifestações iniciaram-se um mês antes, a 4 de Setembro, quando um punhado de pessoas insatisfeitas com o governo da Alemanha Oriental organizou uma manifestação pacífica no adro da igreja de São Nicolau. A partir desse dia, todas as segundas-feiras pelas 17 horas, cada vez mais pessoas saiam à rua para pedir  mais liberdade e mudanças significativas no regime, sabendo sempre que a STASI estava por perto e atenta, tendo intervindo por diversas vezes com grande violência, como tinha acontecido a 2 de Outubro (apenas uma semana antes).

Mas apesar da repressão exercida, e sabendo-se que o então governo da RDA, que tinha elogiado a repressão que o governo chinês exerceu em Tiananmen, ameaçava com a intervenção naquele dia do exército, e preparou hospitais para receber grande número de feridos, tento o stock de sangue sido reforçado, o povo não recuou e aquilo que aconteceu foi a maior manifestação que alguma vez se tinha visto, contra o governo, até então. 

A determinação e o enorme número de manifestantes daquela tarde, aos gritos de "Wir sind das Volk!" (nós somos o povo) e "Keine Gewalt!" (não à violência), excedeu tudo o que seria previsível, levando a que a policia presente e fortemente armada como até então nunca se tinha visto, não tivesse reagido. A sua coragem, a vontade firme de mudanças  e a renúncia à violência fizeram história.

E essa foi apenas a primeira de muitas manifestações, que um pouco por toda a Alemanha de Leste foram acontecendo até ao dia 9 de Novembro de 1989 (precisamente um mês depois), dia em que as fronteiras entre as duas Alemanhas se abriram e caía o vergonhoso muro de Berlim.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A última viagem do Atlântida

in Expresso 7-10-2014
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Como é que foi possível pensar num barco destes, para fazer viagens de 4 horas ou menos? Vale a pena ver este vídeo do Expresso, que nos mostra um pouco do interior deste barco, mas que infelizmente não mostra nenhuma da 7 suites e dos 20 camarotes, mas que deverão ser muitíssimo interessantes, principalmente se tivermos em consideração as longas viagens entre as ilhas dos Açores.

Este é um dos muitos exemplos de má gestão e despesismo dos Governos Socialistas, de José Sócrates (Republica) e Carlos César (Açores) e de uma empresa pública, paga por todos nós, que pelo que se pode concluir, tudo permitiu. Uma vergonha, pela qual parece que ninguém teve culpa.

Uma história para recordar, agora que o facilitismo socialista começa a querer colocar a cabeça de fora, tendo como prioridade repor feriados e anunciando votar contra a próxima proposta de orçamento de estado, quando nem sequer a conhecem, pois não foi ainda apresentada pelo Governo. 

domingo, 5 de outubro de 2014

E com os feriados, começa o facilitismo socialista

"Esperamos que brevemente sejam restabelecidos os feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro" - A isto se resume o discurso de António Costa, hoje nas comemorações do 5 de Outubro, anunciador das propostas facilitistas e populistas que se advinham e a que os socialistas já nos habituaram.

Ao contrário dos últimos 3 anos, em que no 5 de Outubro fez discursos como se fosse o líder da oposição, António Costa fez hoje um discurso politicamente menos incisivo, pode mesmo dizer-se que foi um discurso suave e anunciador da sua saída da Câmara Municipal de Lisboa. E não deixa de ser curioso, que no momento em que, na prática, já é o líder do PS e da oposição, António Costa mude a tónica do seu discurso, prova de que quando não se tem a responsabilidade que tem que ter um candidato a primeiro ministro, o discurso é bem mais fácil.

Quando se estava à espera que começasse a anunciar ao país, com seriedade, o que pensa e quais as suas propostas para o futuro do país, António Costa resume-se a propor o regresso de dois feriados. Pouco. Muito pouco, para quem quer ser primeiro ministro daqui a um ano.

Mas António Costa voltou a afirmar que "quer no país o que fez em Lisboa". Mas o que é que fez em Lisboa? A reforma administrativa de Lisboa, à qual se está sempre a referir, não é de certeza, pois essa só foi possível com a intervenção e participação decisiva do PSD, pois caso contrário o que teríamos tido era um retalhar completo da cidade, com fins claramente eleitoralistas e de consequências imprevisíveis, que era o que a proposta inicial de António Costa previa.

sábado, 4 de outubro de 2014

Mudam-se os tempos, mudam-se as prioridades

Lisboa deixou de ser uma prioridade para António Costa.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Vote nas propostas para a Freguesia de Avenidas Novas no Orçamento Participativo da CML

A Junta de Freguesia de Avenidas Novas, ciente da importância que as propostas apresentadas a votação no Orçamento Participativo de Lisboa, podem ter na melhoria do bem estar dos moradores, distribuiu um folheto onde constam as 9 propostas que se encontram a votação e cuja área de implantação se situa nas Avenidas Novas, ao mesmo tempo que incentiva a participação de todos nesta votação.

São os cidadãos que decidem, através de votação, que decorre entre 25 de Setembro a 6 de Novembro quais os projectos a incluir na proposta de Orçamento e Plano de Actividades da Câmara Municipal de Lisboa.

Cada cidadão tem direito a 2 votos - um para os projectos de valor igual ou inferior a 500.000 euros e outro para os projectos de valor igual ou inferior a 150.000 euros.

Pelas Avenidas Novas, não deixe de participar, com o seu voto até dia 6 de Novembro!

Para mais informações aceda ao site www.lisboaparticipa.pt