domingo, 18 de setembro de 2016

Afinal no arranque do ano escolar, nem tudo corre bem e há problemas que se agravam




E como já era muita coisa para o manter calado, Mário Nogueira apareceu finalmente esta semana, com pantufinhas de lã para não fazer muito barulho, a dizer que "quem olha de fora, o ano letivo começou muito bem, mas (...) que nas escolas há problemas que continuam e alguns até se agravaram".




Problemas que se agravam relativamente a anos anteriores? Falta de pessoal? E a Fenprof não convoca nenhuma manifestação a pedir a cabeça do ministro? Decididamente a tradição já não é o que era.

Perante os problemas de sempre, é realmente incrível a diferença de postura do BE, PS e PCP, nomeadamente quando o número de professores por colocar é superior ao do ano anterior. Para estes geringonços a diferença é que no passado a culpa era do Passos Coelhos e do Nuno Crato. Este ano a culpa é da baixa natalidade e da consequente diminuição de alunos.

sábado, 17 de setembro de 2016

A normalidade no arranque do ano escolar e a postura dos geringonços

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Intervenção do Deputado Duarte Marques no debate sobre o arranque do ano escolar a 15-9-2016
"É incrível a diferença de postura do BE, PS e PCP perante os mesmos factos entre este ano e os anteriores". 

Sobre este mesmo tema a Professora Eugénia Gambôa, publicou no Jornal Sol, um esclarecedor artigo, onde nos relembra a figura de Mário Nogueira, tão activo e protestante em anos anteriores e que este ano se manteve estranhamente silencioso, perante os mesmos problemas

(...) "O início das aulas passou a determinar o sucesso ou insucesso de um ministro e mesmo de um governo. Uma arma poderosa brilhantemente aproveitada pela Fenprof, que cresceu e floresceu à sombra dos concursos de colocação de professores. Há muitos anos que é o profissional mediático Mário Nogueira que determina lapidarmente o ‘caos’ ou a ‘tranquilidade’ da abertura, critério oportunamente aproveitado pelos partidos políticos afetos.

Elenco factos que noutros contextos determinaram o ‘caos’ na abertura do ano letivo. Este ano temos alunos em contentores? Sim. Temos escolas com rachas nas paredes, infiltrações, com placas de fibrocimento degradadas? Sim. Nunca foi tão baixa a execução do investimento público na manutenção do edificado. Teremos mais funcionários nas escolas? Não, com a agravante que, para garantir as mesmas funções, se reforçará o recurso a precários. Haverá professores com horário-zero? Sim, e até aumentaram. Haverá turmas com alunos de diferentes níveis no 1.º ciclo? Sim. Haverá turmas com o limite máximo de alunos? Sim. Haverá turmas com menos de 6 alunos? Sim. Teremos todos os alunos com todas as aulas no primeiro dia de escola? Não. A percentagem de professores não colocados atempadamente face ao ano anterior é idêntica.

Mas este ano tudo está ‘tranquilo’. O que mudou? Na operação e nos procedimentos de colocação e atribuição de recursos, nada; no investimento regredimos, na autonomia das escolas retrocedemos, na transparência e acesso público aos dados, recuámos. O que mudou foi apenas a Fenprof, que de oposição passou a governo. 

Esta é uma abertura de um novo ano letivo como tantas outras, pois ‘caos’ só quando Mário Nogueira determinar."

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Espanha sem governo, consegue taxa de juro 67% inferior à nossa

Económico 14-9-2016
Dívida portuguesa a 10 anos com juros de 3,24% afasta-se da espanhola que está nos 1,07%




Mas para este governo, tudo é normal e dentro do previsto. Lembram-se quando no anterior governo as taxas estavam a descer, a oposição de esquerda dizer que tal se devia apenas à ajuda do BCE e do seu programa de compra de dívidas?

E agora qual é a razão para estarem a subir, se a ajuda do BCE continua?

Alguns factos sobre a dívida pública portuguesa e a nossa situação financeira - Aqui

domingo, 11 de setembro de 2016

A baixa politica de António Costa, o abutre político

António Costa não olha a meios para atingir os fins. Para António Costa vale tudo, mesmo mentir aos portugueses de forma escandalosa, como o fez hoje ao comentar as notícias sobre os resultados da colocação de alunos nas universidades e politécnicos, criticando duramente o anterior governo, esquecendo-se que este é o terceiro ano consecutivo, em que o número de alunos que ingressa no ensino superior aumenta, prova que tal em nada se deve ao trabalho do actual governo, mas antes uma consequência lógica de um trabalho iniciado pelo governo PSD-CDS.

O meu amigo Duarte Marques, colocou um post no Facebook, onde coloca os pontos nos ii e em poucas palavras repõe a verdade, que tanto parece incomodar a geringonça:

Mais uma imbecilidade de António Costa, o abutre político ||

A boa notícia de pelo 3º ano consecutivo voltarmos a ter mais alunos a ingressarem no ensino superior em nada se deve a políticas deste governo, mas antes do anterior que sem abdicar da exigência: a)implementou o alargamento da escolaridade obrigatória e em paralelo melhorou as taxas de escolarização dos 16, 17 e 18 anos; b) melhorou a taxa de conclusão do secundário; baixou as taxas de retenção para mínimos históricos; melhorou significativamente o sistema de ação social. 

Ou seja, se há mais alunos a terminar o 12º e com melhor aproveitamento escolar, qual a surpresa por haver mais entradas? Vejam as estatísticas e tirem as suas conclusões. Afirmar que este aumento representa a "morte do modelo de desenvolvimento que a direita quis impor neste pais" mostra bem a capacidade de mentir de António Costa. Além do mérito de alunos e professores, são as medidas que a esquerda tanto criticou que afinal dão estes resultados. As vacas não voam, os bons resultados dão trabalho.

Adenda - na sua coluna de opinião no Expresso de hoje (13-9-2016) Duarte Marques detalha melhor esta questão e explica aos geringonços, que mais não estão que "a festejar o sucesso das políticas que tanto criticaram. E assim sendo, ao que parece, Nuno Crato não era assim tão mau". A ler!

Défice externo aumentou 19 vezes até Junho, resultado das boas politicas geringonças

As taxas de juro a longo prazo, descem em todos os países, nomeadamente aqui ao lado em Espanha, que curiosamente está sem governo desde há mais de 8 meses.

Mas perante tanta evidência, António Costa e a geringonça, continuam a afirmar que tudo vai bem e de acordo com o previsto no orçamento. Palavras para quê? Os números falam por si!

O BE quer a extinção dos Comandos apenas por revanchismo

Observador 10-9-2016
A esquerda radical, ao fim de quase 41 anos, ainda não conseguiu digerir, nem aceitar, a reposição dos valores e ideais que estiveram na base da Revolução de Abril e que trouxeram a Portugal a estabilidade que o país precisava e dessa forma evitando que Portugal se tenha transformado numa ditadura de esquerda, como a uma capa da Time antevia no Verão quente de 75.

Tal só foi possível, porque a 25 de Novembro de 1975, um grupo de Comandos liderados pelo então Major Jaime Neves, saiu à rua, e pagando tal acção com a vida de dois dos seus homens - Tenente Coimbra e o Furriel Pires, nos restituíram a democracia.

Não tendo outros argumentos e de forma cobarde e oportunista, aproveitando-se da recente morte de dois recrutas dos comandos esta semana, o BE e a esganiçada mor, vêm agora exigir, mais uma vez, o fim dos Comandos.

A melhor forma de respeitar e honrar a morte destes jovens é valorizar o seu esforço, e não acabar com os Comandos!

Num passado bem recente, o país já verificou que tal decisão foi um erro, pois apenas 9 anos depois de terem sido extintos, os cursos de Comandos voltaram em 2002. Não porque é bonito termos uma força altamente treinada e operacional, mas porque o país precisa cada vez mais de uma força destas, atendendo às ameaças e instabilidade internacional, que surgem um pouco por todo o lado e às quais não estamos infelizmente imunes.

Da minha parte e tenho a certeza da de muitos Portugueses, mesmo dos que em 1975 não eram nascidos, nunca esquecerei que se agora posso dizer e escrever o que me vai na alma, devo-o aos Comandos, à sua determinação, disciplina e coragem, valores dos quais o país não pode abdicar. Algo que Catarina Martins e a esquerdalha, não compreende, não aceita e tudo faz para esquecer e apagar da história. Só por isso e rigorosamente por mais nada, querem agora acabar com os Comandos.

Pelo que fizeram pelo país e pela forma como nos últimos anos têm contribuído para a defesa dos valores da Liberdade e da Democracia, em vários terrenos internacionais só me resta agradecer-lhes - Obrigado Comandos!

Adenda - Ou se se preferir, a atitude do BE mais não é que uma leviandade, como diz Vital Moreira.

Adenda 2 - "A formação dos Comandos não é dura por capricho. Por gosto ou sadismo dos instrutores. É dura por necessidade". Um excelente texto, de alguém quem conhece a realidade dos Comandos, a sua importância e necessidade. A ler!

sábado, 10 de setembro de 2016

Apelo à CML para reposição do estacionamento longitudinal nas Avenidas Miguel Bombarda e António José de Almeida

Subscrevi esta semana um apelo do Forum Cidadania Lx, aos Senhores Vereadores, da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Salgado e Caslos Castro, no sentido de urgentemente intervirem para se proceder à reposição do estacionamento automóvel longitudinal nos passeios Norte da Av. António José de Almeida e da Av. Miguel Bombarda (troço Av. República - Av. Cinco de Outubro) corrigindo assim a transformação recente do mesmo em estacionamento em espinha.

Mas também em vários quarteirões da Avenida João Crisóstomo, a CML veio permitir o estacionamento no lado esquerdo de vários quarteirões, onde tal foi desde sempre proibido, e dessa forma reduzir uma faixa de rodagem. No quarteirão entre a Av. Defensores de Chaves e a Rua D. Filipa de Vilhena, do lado direito alterou o estacionamento de longitudinal para perpendicular, reduzindo também dessa forma uma faixa de rodagem.

Estas alterações absurdas, pelos constrangimentos de trânsito que acarretam, foram as soluções mirabolantes que a CML arranjou, para tentar compensar as centenas de lugares de estacionamento que roubou no eixo central. Mas não só não consegue fazer essa compensação por completo, como estas soluções têm vindo a piorar a circulação automóvel, em quarteirões onde anteriormente já havia frequentemente dificuldades e que esta semana, com o fim das férias para muitas pessoas, têm gerado engarrafamentos monstruosos. Prova desta situação, era o engarrafamento que nesta sexta-feira, se estendia da Av. Defensores de Chaves até ao Instituto Nacional de Estatística. Imagine-se o que irá suceder a partir da próxima semana, com o início das aulas ou quando começar a chover. Vai ser o caos.

A CML parece desconhecer que estes dois eixos - Av. João Crisóstomo num sentido e Av. Miguel Bombarda e António José de Almeida no outro, são duas das principais vias que atravessam a Av. da República (outra é a Av de Berna, que desde há muito se encontra completamente engarrafada em várias horas do dia) e que com estas reduções de faixas, esse escoamento de trânsito (que nalguns pontos já era difícil) ficou agora muitíssimo comprometido.

Outro ponto do apelo, prende-se com a promessa não cumprida da CML, de retomar a circulação apenas num sentido na Rua D. Filipa de Vilhena, uma vez que as obras de construção do parque de estacionamento da Rua Alves Redol estão concluídas há muito. É preciso não esquecer que a introdução de dois sentidos de trânsito nesta artéria, foi motivado pelo encerramento de transito na Rua Alves Redol, enquanto decorriam as obras de construção do parque de estacionamento.